segunda-feira, 17 de maio de 2010

O Outro Lado


Como nos antigos "santos do pau oco", que transportavam ouro contrabandeado, imagens de Nossa Senhora foram usadas por traficantes para ocultar maconha.


Cláudio Lembo


De São Paulo

Existem traços da cultura brasileira que são marcantes. Destaca-se o barroco. Originário do espaço ibérico e da Itália tomou formas próprias no mundo sul americano.

Todo brasileiro busca, no decorrer de sua vida, uma viagem a Minas Gerais ou a Bahia, de maneira particular, para ver e se admirar com as belas igrejas e à excelente santuária do período colonial.

São nossas raízes e representam os primeiros esforços de qualificação do cenário artístico em regiões inóspitas e devassadas graças à coragem de figuras destemidas e possuidoras de uma fibra incomparável.

Antes os sertanistas paulistas ingressando por toda a parte e esmiuçando os territórios das Américas espanhola e portuguesa. Depois as povoações e a implantação das primeiras cidades.

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Médicos querem criar agência para regular uso medicinal da maconha


Brasil proíbe que 'Cannabis' possa ser transformada em remédio.

Confira entrevista com especialista que defende uso terapêutico da droga.
   
Iberê Thenório
Do G1, em São Paulo

Começa nesta segunda-feira (17), em São Paulo, um encontro científico internacional para discutir a criação de uma agência reguladora para o uso medicinal da maconha no Brasil. Hoje, o país não permite que os princípios ativos da planta possam se transformar em remédios.

A fundação de um órgão desse tipo é uma exigência da Organização das Nações Unidas. Em países como os EUA, Canadá, Reino Unido e Holanda, a Cannabis já é usada como analgésico, estimulador do apetite ou para o controle de vômitos.



Aqui, o grande defensor de terapias com a maconha é o médico Elisaldo Carlini, que organizou o evento. Segundo ele, as substâncias presentes na planta são muito úteis para serem deixadas de lado. "Há centenas de trabalhos científicos mostrando os efeitos terapêuticos da maconha", afirma.

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O Papa, a Pedofilia e a Luta de Classes

Ao afirmar no avião que o transportou a Portugal que “Os ataques contra a Igreja e o Papa não vêm apenas do exterior, os sofrimentos vêm do interior da Igreja, do pecado que existe na Igreja”, Bento XVI procurou sacudir as imensas responsabilidades que têm na proteção dos sacerdotes que abusaram pessoalmente de milhares de crianças confiadas à responsabilidade da Igreja.


Por Sara Flounders*

Há mais de 150 anos, no Manifesto Comunista, Marx explicou que "toda a História da humanidade foi uma História da luta de classes. (…) patrícios e plebeus, senhores e servos, opressores e oprimidos (…) sempre se enfrentaram, mantiveram a luta, umas vezes velada e outras franca e aberta. (…) A moderna sociedade burguesa (…) substituiu as velhas classes, as velhas condições de opressão, as velhas formas de luta por outras novas".

Uma luta feroz tem atormentado a Igreja Católica durante os últimos 25 anos, com alguns dos oprimidos sobreviventes de abusos sexuais durante a sua infância a exigirem, cada vez mais, que se atuasse contra sacerdotes individuais e, ultimamente, contra a poderosa hierarquia eclesiástica, incluindo bispos e cardeais que, constantemente, protegeram os violadores.

Esta exigência de justiça vinda de baixo conseguiu o impensável: trazer à luz do dia o papel do atual papa, Bento XVI, num punível encobrimento internacional.

fonte:Vermelho

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Brasil, Irã e Turquia fecham acordo sobre troca de urânio enriquecido

Aziz Filho* e Renata Giraldi


Repórteres da EBC

Teerã e Brasília - Os presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Mahmoud Ahmadinejad, do Irã, além do primeiro-ministro da Turquia, Tayyip Erdogan, fecharam hoje (17) o acordo para que o urânio iraniano levemente enriquecido seja enviado ao território turco e, em troca, o país receba o produto enriquecido a 20%.

Pelo acordo, o urânio enriquecido a 20% será remetido no prazo de um ano. Nesse período, haverá supervisão de inspetores turcos e iranianos.

O acordo foi assinado por Lula, Ahmadinejad e Erdogan durante reuniões paralelas do G15 (grupo que reúne 18 países não alinhados) em Teerã. Para as autoridades, o acordo encerra o impasse envolvendo o programa nuclear iraniano.

Ahmadinejad, porém, quer conversar sobre os acordos e as garantias para o Irã por parte do Conselho de Segurança das Nações Unidas. Segundo diplomatas que acompanham as negociações, o presidente iraniano pretende obter garantias dos países que integram o conselho - Estados Unidos, França, Inglaterra, China e Rússia.
fonte:Agencia Brasil

domingo, 16 de maio de 2010

Fim de Noite

      The Commodores - EASY



A caminho da eleição

Por Marcos Coimbra

Há uma diferença que assume, neste ano, maior proeminência: a existente entre os que conhecem os candidatos e os que (ainda) não sabem quem são

Os eleitores podem ser divididos e agrupados de várias maneiras. Podemos falar de distinções demográficas, de gênero ou idade, por exemplo. Ou de diferenças socioeconômicas, como as que existem entre as pessoas em função de renda, escolaridade ou situação ocupacional.

A diversidade regional é importante. Na última eleição, houve uma nítida geografia no voto, com o Sul indo para um lado e o Norte/Nordeste para outro. Nesta, algo parecido acontece, ao menos por hora, com José Serra à frente onde Geraldo Alckmin havia ido bem e Dilma Rousseff se distanciando nos lugares onde Lula venceu.

As variações entre cidades pequenas e grandes, especialmente as metrópoles e as capitais, fazem parte de nosso folclore político. No interior, votava-se mais à direita, enquanto o voto urbano tendia a ir mais para candidatos de esquerda e para as oposições. Em seus primeiros anos, isso acontecia claramente com o PT. Hoje, mudou.

Todas essas diferenciações jogam seu papel nestas eleições. Olhando as pesquisas, vê-se que existem diferenças entre o que pensam fazer homens e mulheres, nordestinos e sulistas.

Mas há uma diferença que assume, neste ano, uma proeminência maior que no passado: a que existe entre os que conhecem os candidatos e os que (ainda) não sabem quem são. Essa é uma dimensão sempre fundamental na interpretação das pesquisas pré-eleitorais, mas nunca foi tão importante quanto agora.

A razão para isso é simples e tem a ver com três fatores. Primeiro, que temos um presidente que termina seu mandato com uma aprovação popular que nunca houve em nossa história. Segundo, que esse presidente indica uma candidata e assegura que ela encarnará a continuidade de seu governo. Terceiro, que ela é pouco conhecida, pois só existe, por enquanto, uma candidatura (até pouco tempo atrás, duas) que os eleitores conhecem bem.

Ao contrário das outras diferenciações, a do nível de conhecimento dos candidatos tende a desaparecer ao longo da campanha. À medida que ela avança, a desinformação cai, se aproximando de zero, enquanto se amplia a informação. No dia da eleição, teremos, desejavelmente, o universo de eleitores em condições semelhantes de escolha: todos podem optar entre todos os candidatos, pois têm deles um conhecimento parecido.

Enquanto estivermos distantes dessa situação de homogeneidade, as pesquisas de intenção de voto devem ser lidas com cuidado. Não que sejam menos válidas, mas por misturarem pessoas diferentes em um aspecto essencial da eleição.

É possível, no entanto, contornar esse problema. Basta considerar, em separado, as respostas dos que conhecem e dos que não conhecem os candidatos, de quem sabe e quem não sabe que Dilma é a candidata indicada por Lula. É o mesmo que se faz para comparar o que pensam jovens e velhos, ricos e pobres, moradores de áreas rurais e urbanas e todas as outras diferenciações.

Na última pesquisa publicada do Vox Populi, feita há um mês, a intenção estimulada de voto (considerados apenas três candidatos) do conjunto dos entrevistados foi de 38% para Serra, 33% para Dilma e 7% para Marina. Nesse resultado médio estão, naturalmente, tanto as repostas das pessoas que acertaram a identificação de Dilma como candidata do presidente quanto das que erraram ou não souberam fazê-lo.

Quando, porém, se analisam separadamente as intenções de voto dos dois segmentos, vê-se um quadro diferente.

A tabela mostra que, se levarmos em conta as intenções de voto dos eleitores que sabem que Dilma é a candidata de Lula (que são 70% do total), ela está 11 pontos porcentuais na frente de Serra. O ex-governador lidera no agregado apenas por ter uma imensa vantagem, de 43 pontos, entre os eleitores que não sabem quem ela é (e que são 30% do universo).

Um dia, esses que não sabem vão desaparecer e todos (ou quase todos) vão saber. Para Dilma, a boa notícia é que os que não a conhecem são ainda mais propensos a votar nela que os que já o fazem. Para Serra, só haverá boas notícias se tudo que está em curso mudar.

fonte:CartaCapital

Vox Populi,Dilma e o "cara"


Nao disse que a Dilma ia ultrapassar o Serra? vejam ai em cima o resultado da ultima pesquisa Vox Populi e tirem suas conclusoes;nao se esquecam que o programa eleitoral na tv ainda nem comecou........
postado por  lugarincertoenaosabido

E agora José?

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fonte:http://esquerdopata.blogspot.com/

Ferrari 250 GTO

     Ferrari 250 GTO foi adquirida por US$ 17,7 milhões em leilão

 Vi essa noticia e me chamou a atencao o preco pago pela raridade,ano 63,restando pouquissimas no mundo todo;essa foi adquirida por um radialista americano.curtam

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