quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

A jornalista brasileira do Wikileaks

Enviado por luisnassif, qui, 02/12/2010 - 12:56


Do Opera Mundi

Por dentro do Wikileaks: a democracia passa pela transparência radical

Por Natália Viana*

Fui convidada por Julian Assange e sua equipe para trazer ao público brasileiro os documentos que interessam ao nosso país. Para esse fim, oWikileaks decidiu elaborar conteúdo próprio também em português, com matérias fresquinhas sobre os documentos da embaixada e consulados norte-americanos no Brasil.

Por trás dessa nova experiência está a vontade de democratizar ainda mais o acesso à informação. O Wikileaks quer ter um canal direto de comunicação com os internautas brasileiros, um dos maiores grupos do mundo, e com os ativistas no Brasil que lutam pela liberdade de imprensa e de informação. Nada mais apropriado para um ano em que a liberdade de informação dominou boa parte da pauta da campanha eleitoral.

Buscando jornalistas independentes, Assange busca furar o cerco de imprensa internacional e da maneira como ela acabada dominando a interpretação que o público vai dar aos documentos. Por isso, além dos cinco grandes jornais estrangeiros, somou-se ao projeto um grupo de jornalistas independentes. Numa próxima etapa, o Wikileaks vai começar a distribuir os documentos para veículos de imprensa e mídia nas mais diversas partes do mundo.

Assange e seu grupo perceberam que a maneira concentrada como as notícias são geradas – no nosso caso, a maior parte das vezes, apenas traduzindo o que as grandes agências escrevem – leva um determinado ângulo a ser reproduzido ao infinito. Não é assim que esses documentos merecem ser tratados: "São a coisa mais importante que eu já vi", disse ele.

Não foi fácil. O Wikileaks já é conhecido por misturar técnicas de hackers para manter o anonimato das fontes, preservar a segurança das informações e se defender dos inevitáveis ataques virtuais de agências de segurança do mundo todo.

Assange e sua equipe precisam usar mensagens criptografadas e fazer ligações redirecionados para diferentes países que evitam o rastreamento. Os documentos são tão preciosos que qualquer um que tem acesso a eles tem de passar por um rígido controle de segurança. Além disso, Assange está sendo investigado por dois governos e tem um mandado de segurança internacional contra si por crimes sexuais na Suécia. Isso significou que Assange e sua equipe precisam ficar isolados enquanto lidam com o material. Uma verdadeira operação secreta.


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Perseguido por notoriedade, criador do WikiLeaks escolhe fugir

Considerado por alguns o James Bond do jornalismo, Julian Assange é visto também como imperativo, arrogante e inconsequente


Julian Assange se move como um homem caçado. Em um barulhento restaurante etíope no decadente bairro londrino de Paddington ele baixa sua voz até quase um sussurro para evitar os agentes de inteligência ocidentais que tanto teme.


Ele exige que seu grupo cada vez menor de seguidores use telefones celulares criptografados e troca o seu como se troca de camisa. Ele se registra em hotéis sob nomes falsos, pinta o cabelo, dorme em sofás e pisos, e usa dinheiro em vez de cartões de crédito, muitas vezes emprestado de amigos.

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Julian Assange

O australiano Julian Assange, o principal nome por trás da organização especializada em divulgar documentos secretos Wikileaks, entrou para a lista de "procurados" da Interpol, acusado de "crimes sexuais".


Segundo ficha disponível no site da agência policial internacional (veja acima), o mandado de prisão contra Assange teria origem em Gothenburg, na Suécia. Na mesma página, a Interpol solicita informações sobre o australiano.

Segundo agências de notícias, Assange apelou nesta terça-feira (30) à Suprema Corte da Suécia para impugnar a ordem de prisão emitida pela Justiça sueca contra ele por acusações de agressão sexual.

Em 18 de novembro, a Justiça sueca emitiu uma ordem de prisão contra Assange para interrogá-lo por "suspeitas razoáveis de violação, agressão sexual e coerção" por fatos ocorridos em agosto.

O advogado do fundador do WikiLeaks recorreu da decisão, mas esta foi confirmada na apelação. A única alternativa que restava era a Suprema Corte.


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Go to Rio de Janeiro






Deixa ele curtir a vida no Rio,não é justo ser perseguido por falar a verdade.

Florentina ,Florentina,Florentina meu amor

 O deputado federal eleito Francisco Everardo Oliveira Silva foi absolvido da acusação de ter falsificado a declaração de escolaridade entregue ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE-SP) no ato da formalização de sua candidatura, e foi inocentado tambem da acusação de falsificação da declaração de bens apresentada à Justiça Eleitoral.

Mais votado


Com o polêmico slogan “Pior que tá não fica” e sem conseguir discorrer sobre sua plataforma política, Tiririca (PR) foi o candidato a deputado federal mais votado do Brasil nas eleições 2010. Alçado à fama em 1996 com a música “Florentina”, o palhaço conquistou 1,3 milhão de votos, ficando atrás apenas do falecido deputado Enéas Carneiro, do Prona, que é até hoje o mais votado do Brasil com 1,5 milhão de votos.

Além de conquistar a vaga de deputado, o total de votos de Tiririca ajudou a eleger mais três parlamentares da coligação Juntos por São Paulo, formada por PR / PT / PRB / PC do B e PTdoB. Otoniel Lima (PRB), Vanderlei Siraque (PT) e o delegado da Polícia Federal Protógenes Queiroz (PC do B) serão diplomados junto com Tiririca no dia 17 de dezembro.

Quem vai combinar com o consumidor?

A operação de retomada do morro do complexo do Alemão foi um sucesso do ponto de vista militar, atingiu seus objetivos contando com uma inusitada somatória das forças militares da Marinha, do Exército,da Aeronáutica,da PM, da PF, da polícia Civil, da inteligencia dessas forças e conseguiu ,pelo menos aparentemente ,quebrar o comando exercido pelo CV,que aterrorizava os moradores do complexo.

Para o lado que não apareceu nessa guerra , mas que é , na verdade o "motivo " dela, a guerra, os consumidores e usuários das drogas comercializadas nos morros ficaram "na mão",sem ter onde se abastecer de sua droga preferida.

Consequentemente,como nem todos os usuários conseguem se livrar do vício, mesmo que por questões alheias á sua vontade, e obviamente irão procurar em outras paragens e certamente encontrarão, a questão "chave"continuará a mesma, ou seja , está sendo feita somente uma "troca de seis por meia dúzia".

É preciso que as autoridades competentes busquem verdadeiramente o centro da questão,e coloque em discussão a criminalização, a questão social, médica ,de saúde pública ,enfim busque uma solução verdadeiramente negociada entre as partes,para que não aconteça como no caso do Garrincha, que ouvindo a tática do treinador da seleção , que dizia para ele ir pela esquerda, penetrar na área e fazer o gol , fez o seguinte questionamento de genio "Quem vai combinar com o adeversário?"

terça-feira, 30 de novembro de 2010

Oremos-Pastor José Serra

Medicina pelo celular

Polícia flagra ‘cola eletrônica’ em pés de candidatos em vestibular em MT


24 alunos recebiam informações por meio de celulares presos aos pés.

Integrantes de quadrilha têm idade entre 18 e 22 anos.

Do G1, em São Paulo

Celulares estavam presos no pés dos candidatos (Foto: Divulgação/Polícia Civil de Mato Grosso)Sete pessoas, com idade entre 18 e 22 anos, foram presas neste fim de semana, em Cuiabá, sob suspeita de envolvimento em um esquema de fraude no vestibular de medicina da Universidade de Cuiabá (Unic). Segundo a Polícia Civil, 24 estudantes teriam "contratado" os serviços de uma quadrilha que enviava informações do gabarito por celulares que ficavam presos aos pés dos candidatos.

Sapato estava adaptado para a fraude


(Foto: Divulgação/Polícia Civil de Mato Grosso

A polícia afirma que, após denúncias de uma possível fraude no vestibular, agentes disfarçados de fiscais participaram do primeiro dia de prova, que ocorreu no sábado (27). Na saída, candidatos suspeitos foram abordados. Com eles, foram encontrados celulares presos aos pés dos estudantes.


As informações eram passadas com toques vibratórios. Um toque representava a letra ‘a’, dois toques eram a letra ‘b’ e assim sucessivamente, de acordo com a polícia. As informações eram passadas por um "piloto", que realizou a prova e depois foi até uma casa próxima ao campus da universidade e passou informações do gabarito.

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O desafio da blasfêmia